Perguntar. Qual o seu propósito ? Uma única coisa, ser compreendida!
Digamos que o ato de perguntar é a consequência da dúvida e da curiosidade. A princípio, a necessidade de questionar algo assemelha-se a uma falta de sentidos, o medo corroê o corpo por dentro, o nervosismo se intensifica, o suor escorre pelo rosto, os lábios, instigados, estimula a autonomia da fala, mas nada escuto, tudo está tão quieto. O que está acontecendo? É algum tipo de coma ou um simples transe?
"Só sei que nada sei", viva Sócrates.
Interprete como quiser, é claro que cada um tem um método distinto de reagir a esses ensejos, as vezes, idealizo o espaço terrestre onde todos os seres que o compõe pensam, falam, reagem ou até mesmo que se vestem igual, sei de fato que sempre haverá um indivíduo, entre bilhões, que deslocará esse conceito onde, no momento, domina e que temos de nos adaptar.
Será que posso chamar isso de cultura?
A essência que antes era uma perfeita obra-prima se fendeu, restituindo-se no quebra-cabeça que, até os dias de hoje, todos se arriscam a montá-la e ver novamente as coisas como eram antes, porém, só vejo contínuos fracassos.
Temos força, objetivos e dedicação, mas bruscamente, surge nossas limitações, voltando a estaca zero. Dou as boas vindas a fé e a esperança.
A falta de conhecimento é um dos nossos maiores obstáculos, o que não sofremos pela sua ausência; de uns tempos pra cá se tornou a peça chave da formação humana, um dos principais combustíveis para a sustentação do capitalismo; sua carência resulta no completo vácuo.
Isso é o que vemos em nossa realidade: insegurança, medo, desprezo, desigualdade. Investigo vagamente os elementos que contribuíram em chegarmos a esse ponto.
A tempos viemos evoluindo a nossa capacidade de nos aconchegar no nossos espaço, porém, a finalidade disso tudo é montar nossa própria sepultura, desmoronando-nos em caprichos. Game Over!
O mistério nos amedronta, mudando nossa face; a pavor aparece mas se esconde em nossa cabeça; os impulsos se afloram, não sei o que fazer, porém o prazer de descobrir as coisas e enfrenta-las é grande, então deseje-me boa sorte.
Interprete como quiser, é claro que cada um tem um método distinto de reagir a esses ensejos, as vezes, idealizo o espaço terrestre onde todos os seres que o compõe pensam, falam, reagem ou até mesmo que se vestem igual, sei de fato que sempre haverá um indivíduo, entre bilhões, que deslocará esse conceito onde, no momento, domina e que temos de nos adaptar.
Será que posso chamar isso de cultura?
A essência que antes era uma perfeita obra-prima se fendeu, restituindo-se no quebra-cabeça que, até os dias de hoje, todos se arriscam a montá-la e ver novamente as coisas como eram antes, porém, só vejo contínuos fracassos.
Temos força, objetivos e dedicação, mas bruscamente, surge nossas limitações, voltando a estaca zero. Dou as boas vindas a fé e a esperança.
A falta de conhecimento é um dos nossos maiores obstáculos, o que não sofremos pela sua ausência; de uns tempos pra cá se tornou a peça chave da formação humana, um dos principais combustíveis para a sustentação do capitalismo; sua carência resulta no completo vácuo.
Isso é o que vemos em nossa realidade: insegurança, medo, desprezo, desigualdade. Investigo vagamente os elementos que contribuíram em chegarmos a esse ponto.
A tempos viemos evoluindo a nossa capacidade de nos aconchegar no nossos espaço, porém, a finalidade disso tudo é montar nossa própria sepultura, desmoronando-nos em caprichos. Game Over!
O mistério nos amedronta, mudando nossa face; a pavor aparece mas se esconde em nossa cabeça; os impulsos se afloram, não sei o que fazer, porém o prazer de descobrir as coisas e enfrenta-las é grande, então deseje-me boa sorte.
Nenhum comentário:
Postar um comentário